A
ocupação
das
áreas
onde
hoje
situam-se
o
município
de
Colatina
tem
relação
com
a
lógica
da
reprodução
da
expansão
da
lavoura
cafeeira
para
as
terras
de
rarefeita
ocupação
vizinhas
ou
ao
norte
do
Rio
Doce.
Corroboraram
também
em
tal
processo
a
pouco
disponibilidade
de
terras
agricultáveis
na
região
Centro-serrana
do
Espírito
Santo,
que
privava
muitas
famílias
da
tradição
da
herança.
Isso
tornou
imperioso
a
posse
de
novas
terras.
Tal
movimento
foi
potencializado
pela
construção
da
primeira
ponte
sobre
o
Rio
Doce
em
solo
capixaba,
inaugurada
em
1928.
O
eixo
logístico
formado
pela
conjugação
da
ponte
com
a
EFVM
determinou
uma
centralidade
no
que
tange
ao
norte
do
Espírito
Santo
e
áreas
dos
estados
vizinhos
(leste
de
MG e
sul
da
Bahia)
que
até
nos
dias
atuais
rendem
a
Colatina
a
liderança
em
oferta
de
serviços
de
educação,
saúde
e
comércio
varegista.
Retratando
a
diversidade
étnica
presente
no
Espírito
Santo,
a
região
de
Colatina
tem
população
multifacetada,
mas
predominantemente
descendente
da
colonização
europeia,
principalmente
de
italianos,
alemães
e
portugueses.
Foi
fundada
em
30
de
dezembro
de
1921,
inicialmente
compreendendo
as
terras
dos
atuis
municípios
de
Alto
Rio
Novo,
Baixo
Guandu,
Governador
Lindenberg,
Linhares,
Marilândia,
Pancas,
São
Domingos
do
Norte
e
São
Gabriel
da
Palha.
O
nome
do
município
é
uma
homenagem
a
Colatina
Soares
de
Azevedo,
neta
materna
de
Joaquim
Celestino
de
Abreu
Soares,
barão
de
Paranapanema,
e
esposa
de
José
de
Melo
Carvalho
Muniz
Freire,
presidente
do
Espírito
Santo
de
1892
a
1896
e de
1900
a
1904.





























