Guaçuí
era
dominada
por
tribos
descendentes
da
nação
tupi
- os
Puris
-,
localizadas
num
aldeamento
onde
está
a
sede
do
distrito
de
São
Pedro
de
Rates.
Procedentes
de
Minas
Gerais,
os
desbravadores
da
região,
comandados
pelo
capitão-mor
Manoel
José
Esteves
de
Lima,
ultrapassaram
os
contrafortes
da
serra
do
Caparaó,
de
norte
para
sul
e
promoveram
a
instalação
de
uma
Povoação,
às
margens
do
rio
Veado,
no
início
do
século
XIX.
O
pequeno
exército
que
o
jovem
Manoel
José
Esteves
de
Lima
de
apenas
23
anos
organizou
para
desbravar
as
terras
sul
capixabas
era
formado
por
apenas
72
homens.
Em
busca
de
riquezas
e
fugindo
da
decadência
das
Minas
Gerais
após
os
anos
de
riqueza
provindo
da
extração
do
ouro,
o
pequeno
exército
de
Manoel
J.
Esteves
de
Lima
chegou
a
ainda
isolada
região
que
o
hoje
é
Guaçuí,
se
instalando
onde
é
atualmente
a
“Rua
da
Palha”
no
início
do
século
XIX.
Entre
outros
que
acompanhavam
o
jovem
desbravador,
estavam
Manuel
Domingos
Viana,
João
Damasceno
Barbosa,
Joaquim
Gomes
de
Azevedo,
Manuel
Francisco
de
Carvalho,
Luís
Francisco
de
Carvalho,
Domingos
José
Gonçalves
de
Ataíde,
Antônio
Ouriques
de
Aguiar,
José
de
Aguiar
Valim,
Silvestre
Joaquim
da
Rosa,
Francisco
Joaquim
Lobato
e
Justino
Maria
das
Dores.
Ainda
no
início
da
colonização,
após
a
sobrepujação
aos
indígenas
que
viviam
na
região,
uma
disputa
entre
os
próprios
desbravadores
se
instalou
sobre
se a
nova
localidade
pertenceria
a
Minas
Gerais
ou
ao
Espírito
Santo.
Após
alguns
anos
de
disputa
no
tribunal
europretrano
– de
1858
a
1860
– é
decidido
que
a
nova
localidade
ficará
como
terras
do
Espírito
Santo.





























